domingo, 18 de novembro de 2007

AMAR

Amar... amar... amar... aqui, ali, além do que é certo e errado, além da linha do equador. Amor que quebra barreiras, obstáculos, distância, paradigmas... que quebra alianças e constrói vidas. Amor que queima, que arde, que sua... amor que acende, que explode. Amor que se confunde com paixão, emoção, lágrimas e orgasmos. Amor que dói, amor doente, amor viciado, amor rasgado.
O amor é particular é seu, é só meu... o amor não se mede, não se pede, não se avalia. Amor se conquista, cativa, invade. Amor faz rir, chorar, sentir. Amor faz cegar, viver, às vezes matar, ou até morrer. Amor não tem regra, não tem razão ou explicação..... mas, muitas vezes tem cheiro, sentido, forma, nexo e sexo. Amor tem alegria, sinfonia, melodia, melancolia. Amor tem cenário, trilha sonora, velas, aromas, sabores, lembranças, histórias. O amor é brega, poético, ou até mesmo patético. Mas uma coisa eu sei sobre o amor... o amor é tudo, pois sem ele eu sou nada.

Um comentário:

Felicíssimo disse...

Oi Ana, tudo bem?

Noooossa! Achei seus textos perfeitos!

Depois que li seu perfil, vi que somos parecidos na concepção da escrita: só colocar pra fora! rs

Bom... eu estava passeando em alguns blogs e acabei achando o seu. Muito bom. Adorei o texto "AMAR".

Abraços... (depois, se der, dá uma passadinha no meu)

Calebe.