Meet you again, was like taste a memory. Timeless, unique, without guilt’s, or sins. The right dose seasoned with the taste that I want more, much more. In your body I rediscovered myself, good way to be found. In your flavor I was myself, good way to lose yourself. The perfect combination can exist anywhere in the world and can un-exist by the distance. I could freeze our moments and spend a lifetime discovering and watching you. Sculptured by hand with a crystalline and pure beauty – Just like that. A little boy in a man’s body. You recognize me only with a simple look. I don’t need to say anything, much less do something to know that is true and simple. I had almost forgotten how to live simple things are simply uncomplicated. Some stories are only our, and we will keep forever with love inside of the “perfect moments box”.
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terça-feira, 1 de março de 2011
domingo, 19 de dezembro de 2010
Antes que digas que me antecipei, digo que aprendi a fazer do branco o colorido, da indiferença poesia, e da ausência a felicidade. Humanamente olhei para mim e dancei ao som de todas as suas músicas nos lugares mais fantásticos que vingadamente você não irá conhecer. Ao desperdiçar o melhor de mim, me dera à oportunidade de me experimentar, descobrir e aproveitar desse melhor, sem que outros errados o fizessem. Cada vinda sem volta de palavras, me fez preencher de mim as linhas em branco da minha melhor e feliz fase. Ao encontrar o tudo, percebi que não sou eu quem fica com nada. E ao invés de te dizer coisas ruins, te digo OBRIGADA!
sábado, 17 de abril de 2010
Doença ou amor? Eu já nem sei.
Te olho e também não sei. Já te provei e rejeitei. Já te deixei e supliquei.
Meu porto seguro que me afunda e não me deixa voar, por mais que queira decolar.
Me enveneno do seu amor para viver e deixo de viver morrendo em seus braços.
Você me ama por vaidade, não me deixa por vaidade e por vaidade fico.
Vivemos um vício nú de carne e osso e nos navalhamos com falsos sentimentos, gestos e palavras.
Saboreamos juntos da felicidade e da dor do maior vazio de um grande amor....
Te olho e também não sei. Já te provei e rejeitei. Já te deixei e supliquei.
Meu porto seguro que me afunda e não me deixa voar, por mais que queira decolar.
Me enveneno do seu amor para viver e deixo de viver morrendo em seus braços.
Você me ama por vaidade, não me deixa por vaidade e por vaidade fico.
Vivemos um vício nú de carne e osso e nos navalhamos com falsos sentimentos, gestos e palavras.
Saboreamos juntos da felicidade e da dor do maior vazio de um grande amor....
quinta-feira, 5 de março de 2009
O olhar da saudade

Sinto sua falta. O amor não se dissolve e vira pó que escorrega pelas mãos e voa com o vento, assim de uma hora para outra. As raízes vão morrendo e dão espaço a uma nova terra adubada pelas lembranças e saudade. A tristeza passa aos poucos. As feridas da tempestade cicatrizam e secam com o sol. O coração esquenta novamente, onde as lembranças serão sempre boas lembranças. A dor se alivia e as pernas caminham naturalmente. Os olhos voltam a brilhar amadurecidos pela vivência, mas deixa saudade nesse necessário novo olhar.
domingo, 3 de agosto de 2008
O Salão

Havia limpado o salão, varrido a poeira, as mágoas e as falsas expectativas. Estava de portas fechadas para as erradas escolhas, mas com uma enorme janela aberta para todas as possibilidades possíveis. O salão estava vazio, triste, sem cor, sem música, carente e descrente. Mas, estava limpo, calmo, receptivo. Você se aproximou, apareceu na janela e sem sentir entrou. Deixei você entrar, praticamente invadir para preencher esse vazio. Sem acender as luzes nos arrumamos, nos preenchemos. Em braile tudo era simples, mas quando a luz entrou, vimos as cores e o preto e branco - tudo mudou de cor. As peças estavam fora de ordem, os sentimentos confusos e os papeis invertidos. A decoração era nova, mas a arquitetura ainda era completamente retrô. Foi preciso desconstruir para reconstruir o construído - como muita vontade, coragem, determinação e salão aberto. Juntamos tudo, descartamos o desnecessário, consertamos o que estava quebrado, e passamos a olhar sem dor as rachaduras do passado. Deixamos a luz invadir, o vento entrar, o cheiro das flores aromatizar, a música melodiar e com muita naturalidade transformar. As cores, os móveis, a iluminação, as peças não eram bem o que havia sido projetado, idealizado, ou buscado. Mas surpreendentemente, você foi, é, e sempre será a combinação e encaixe perfeito para esse complicado salão.
domingo, 6 de abril de 2008
Fabio’s da minha vida....

Você foi meu primeiro Fábio, meu primeiro homem, meu primeiro e único verdadeiro amor, minha mais doce e maravilhosa lembrança. Você foi o meu Fábio mais bonito, mais glamouroso, mais querido, mais amigo e o mais revelador. Você foi meu Fábio docemente desnecessário, mantido até hoje e cultivado sabe-se até quando. Você foi meu Fábio brisa, minha desejada e paciente esperança, uma atual dúvida, mas um sonho deixado. Você foi meu Fábio totalmente inesperado, um sininho tocado e uma rápida história engraçada. Vocês foram, são e serão os Fabio’s da minha vida, que ficarão ou irão... muitos ainda virão, mas não sei se marcarão... só sei que vocês Fabio’s me marcaram por alguma razão!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Deixei você ir....

Sentada no meu quarto, percebo que deixei ir todas as falsas ilusões e pessoas com suas mais falsas verdades que sustentavam as minhas mais falsas mentiras. Me libertei, deixei você ir com suas algemas que me aprisionavam por anos junto com suas curtas e intensas mensagens que só me faziam mal. Deixei também você, você ir com seus problemas, rolos, incompatibilidades e sinceridade cativantemente maravilhosa e desajeitada que me fez perceber o quão desnecessário é deixar você ficar só por ficar. Lamentavelmente deixei você ir que me quis tanto e que seria capaz fazer de tudo para me ver feliz, mas não podia deixar você acreditar na ilusão de que poderia ficar. Deixei você, ei você, que me enlouqueceu com sua incoerência, frases feitas, com a insegurança mais segura até hoje já vista, metidez encantadora, alma de menino escondida num homem poderoso, brilhantemente criativo e lamentavelmente sozinho... deixei você ir para não mais ficar nessa "queda de braço", me sentir criticada, desejavelmente rejeitada e poder preservar a doce de leite lembrança de uma questionável ou não história. Inacreditavelmente também, deixei você ir, meu ícone, minha referência de amor, paixão, cumplicidade, perfeição, meu único verdadeiro porto seguro... isso sim foi difícil, porém hoje, percebidamente e aceitavelmente natural... você será sempre a minha lembrança das mais perfeitas lembranças... mas, deixei você ir para poder viver e construir as mais perfeitas histórias. Deixei vocês irem, todos, limpei a casa o salão, fechei a porta, mas deixei uma janela aberta para você entrar, é você... você... o mais simples dos complicados de todos, como uma brisa... um pouco perdida, mas com uma doçura de valores e compatibilidades, que me traz a paz e a paciência para entender que se eu tiver que abrir a porta para você entrar, vou abrir, mas que se eu tiver que deixar você ir, eu vou deixar essa mesma janela aberta, e sem dor, te ver voar como uma borboleta.
_______________________
Continuação....
Mas, queria que ficasse....
Deixei você ir e sem dor vi você voar como uma borboleta pela janela. Ao vê-lo voar, percebi que não poderia fazê-lo ficar, pois você nunca esteve de verdade. Não poderia fazer nada diferente além de deixar o rio correr para o mar, mesmo desejando uma nova e nossa história criar. Deixei você ir, mas de certa forma aliviada, aliviada em não perder o que de mais precioso conquitei, o controle de uma vida que eu mesma criei. Enganosamente desejei que você voltasse e quando o vento te trouxe como uma leve brisa, o tufão avassalador do medo me tomou por inteira, quando erradamente pensei que você poderia querer ficar. Aliviada fiquei novamente quando percebi que você ainda não queria ficar, pois meu medo de lado teria que deixar, para o desconhecido entrar, coisa que hoje ainda não sei lidar. Pensei que você que era o covarde em não deixar ir o conhecido fracassado, para deixar ficar o desconhecido apaixonado. Mas, percebi que eu é que sou a maior de todos os covardes deixando o medo no lugar do amor. Porém, mais fracassados somos quando deixamos de lado o céu estrelado da possibilidade de criar a mais linda de uma desconhecida história, deixando ficar o mais sabido e previsível lodo da insatisfação.
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Continuação....
Mas, queria que ficasse....
Deixei você ir e sem dor vi você voar como uma borboleta pela janela. Ao vê-lo voar, percebi que não poderia fazê-lo ficar, pois você nunca esteve de verdade. Não poderia fazer nada diferente além de deixar o rio correr para o mar, mesmo desejando uma nova e nossa história criar. Deixei você ir, mas de certa forma aliviada, aliviada em não perder o que de mais precioso conquitei, o controle de uma vida que eu mesma criei. Enganosamente desejei que você voltasse e quando o vento te trouxe como uma leve brisa, o tufão avassalador do medo me tomou por inteira, quando erradamente pensei que você poderia querer ficar. Aliviada fiquei novamente quando percebi que você ainda não queria ficar, pois meu medo de lado teria que deixar, para o desconhecido entrar, coisa que hoje ainda não sei lidar. Pensei que você que era o covarde em não deixar ir o conhecido fracassado, para deixar ficar o desconhecido apaixonado. Mas, percebi que eu é que sou a maior de todos os covardes deixando o medo no lugar do amor. Porém, mais fracassados somos quando deixamos de lado o céu estrelado da possibilidade de criar a mais linda de uma desconhecida história, deixando ficar o mais sabido e previsível lodo da insatisfação.
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Estou Aqui...
“Estou aqui”, essa foi a mensagem que você me bombardeou. Um filme, uma história passou em minha cabeça, meu corpo respondeu mais rapidamente que minha mente. Você estava aqui, depois de meses, depois de dois encontros indiferentemente magoadores. Você estava aqui e eu não hesitei. Com a classe de sempre, usando apenas um leve, elegante, sedutor vestido de seda sobre o corpo e algumas gotas de Chanel no 5, me conduzi a seu encontro vestida pela ânsia de viver tudo numa noite só e com a certeza de que beberíamos um ao outro até a última gota. Você como sempre um gentleman me tratando como a única imaculada mulher do mundo; ao som de blues e velas, tivemos um jantar sedutoramente maravilhoso, regado por muita conversa e vinho que fazia subir a ainda mais a temperatura de dois corpos já quase em combustão. Tudo estrategicamente programado, para lentamente deixar nossos corpos, olhares, cheiro e desespero contaminar o ar. A energia, o desejo rondava invisivelmente visível por todas as partículas do meu corpo e metro quadrado daquele badalado restaurante; mas, só eu e você sabíamos o que estava acontecendo naqueles 30 cm de distância. No momento certo sem qualquer palavra saímos e fomos tomados pelo desespero de dois corpos e mentes que se entende em perfeito braile e respiração. Bebi tudo numa noite só, inteira, louca, desesperada, irracional sem pensar no amanhã que não existe. O que existe é uma história navalhada pelo medo em momentos lúdicos. Não quero tentar entender o compreendido, pois você está aqui com essa mulher completa, mas que você prefere não ter a ter que conviver diariamente com a possibilidade de viver sem um dia, como você mesmo diz. Na vida o que vale não são os momentos em que respiramos, mas sim os que tiram o nosso fôlego e você tira o meu fôlego, o meu ar, me asfixia, me sufoca e quando volto a respirar consigo sentir por todos meus poros o prazer imensurável e indescritível da sensação de estar simplesmente viva. Não te amo, não te quero, não quero me aprisionar a você juntamente com o seu medo em não saber lidar em ter uma mulher inteira ao seu lado por uma vida inteira na errada possibilidade de um dia ela te deixar em pedaços, mas ainda não consigo abrir mão dessa brisa de oxigênio que você traz quando está aqui e que me ajuda a respirar e sobreviver dentro dessa enorme solidão.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Sou Capaz
Sou capaz de te perceber me percebendo. Sou capaz de te sentir me sentindo. Sou capaz de me ver ao te ver. Sou capaz de sentir o medo do seu meu medo em ter o que mais você quer e eu quero. Por que repulso o que mais quero e por que você ignora quando o que você mais quer passa na sua frente e não me agarra? Sou capaz de te deixar escorrer pelas mãos e junto com você apertar tanto até estrangular e sufocar a oportunidade de gozar nossos sonhos comuns. Somos diferentemente iguais e perfeitamente e pedantemente diferentes. Sou capaz de arder na angústia do desespero e ser a mais inteligente das idiotas capaz de complicar a simplicidade de ter você e você o mais burro dos inteligentes incapaz de perceber que simplesmente te quero, mantendo-se congelado na indiferença capaz de nos deixar sem nosso amor.
domingo, 18 de novembro de 2007
ADORO
Adoro seu corpo, seu cheiro, seus braços, sua respiração.... adoro o jeito que você me olha, me ama, me toca... adoro o seu colo, seu beijo, até mesmo o seu silêncio. Adoro quando você sorri, ou quando quer sorrir e não pode. Adoro fingir que não sou sua, mesmo sabendo que sou só sua. Adoro te encontrar escondido, ou desfilar com você pelas avenidas. Adoro sentir que você é o meu porto seguro e minha montanha russa . Adoro te ter e não te ter... adoro pensar em você, adoro sonhar com você, adoro saber que não existo sem você.
TE VER
Te ver e não te querer é improvável, é impossível... mas, te ter, isso sim é quase impossível... as vezes me sinto invisível aos seus olhos, ou olhares... acho que se eu passasse nua na sua frente, ainda sim continuaria sem ser notada. Chamar sua atenção não é algo fácil, mas, também me tornar alguém quem eu não sou, isso também não seria correto, muito menos honesto. A atenção tem que acontecer de forma espontânea, natural, informal, o despercebido, percebido, o falado, mas não dito..... mas, infelizmente não consigo te ver e não te querer, isso sim é improvável é impossível.
VOCË...
Você...
Quando te conheci, me encantei.... seu jeito tímido no meio da multidão, me fez ver seu brilho especial. Você faz meu estilo, tem o jeito que me faz ficar sem jeito. De início, não percebi que meu interesse era seu interesse.... quando vi, estávamos lá, os dois tímidos e sem jeito... mas, no meio de luzes coloridas, músicas, bebidas, festas e frisson... a multidão sumiu e no cenário, restaram apenas dois personagens principais, eu e você, você e eu. Tivemos um encontro, um encontro de almas, um encontro de diferenças, físicas, regionais, culturais. Mas, os encontros são mágicos, não tem sotaque, porém, tem muita língua. Fomos nos conhecendo aos poucos e aos muitos. Logo, percebi que seu brilho era meu brilhar, seus braços meu agasalho, seu corpo um perfeito encaixe no meu quebra cabeça. A distância sempre nos separou, o trabalho nos aproximou, o destino nos cruzou e o desejo nos encontrou. Seu olhar sempre me hipnotizou, seu querer me apaixonou, você me conquistou e o avião te levou... a Internet nos conectou, os telefonemas nos saciou, os torpedos nos bombardeou e esse mesmo avião te buscou... uma, duas ou mais vezes... e com ele trouxe também a insegurança, o medo, o prazer, o lidar sem saber lidar, o se dar com medo de se machucar. Viver envolve risco, envolve sentimentos e emoções, encontros e desencontros, ganhos e perdas, graça, ou até desgraça... mas, para mim, nunca arrependimento. Arrependimento seria se nada acontecesse, se aquele brilho nunca tivesse sido o meu brilhar. Tive que me perder, perder a cabeça, perder o juízo, perder você, para quem sabe me achar. Falei para você ir, para ficar com a minha insegurança e sozinha. As circunstâncias nunca foram as mais favoráveis, mas os desejos, as vontades e os sonhos infinitos. Mas, só de sonhos e vontades ninguém vive, vive-se de escolhas, encontros, conquistas diárias. Agora, o que me resta é a reconquista, ou apenas as lembras de momentos vividos, de uma história que nem sei se teve início, meio, ou fim....
Mais Você...
Quando pensei que não mais iria a encontro de ansiedade, frio na barriga, nervosismo em te reencontrar, o susto veio até mim. Desconfortável fiquei, mas alegre também. O nervosismo pairou no meio do salão, olhares se cruzaram inibidamente, porém nada misteriosos.... olhares que se conheciam, olhares com cheiro e de forma de lembranças de um passado bem sedutor. Poucas palavras foram trocadas, porém as deixas foram deixadas para deixar sentir a vaidade. Quando não mais pensei que seríamos um casal, lá estávamos nós de novo, mas agora eu em seu cenário... chuvoso, verde e plano... tão plano que me entediei e nem a “saikirinha” de kiwii adoçou a amargura de um coração já muito magoado. No meio de seu papo, sua voz deixou de ser uma música romântica e melosa e passou a ser um longo blá, blá, blá e quando me dei conta, que a frase “me beija por favor” se transformou em “O que estou fazendo aqui?” Me perguntei... Cadê o encanto? Onde estão os sininhos? O cheiro? Aquele arrepio que me consumia? A sua minha necessidade? Você ali na minha frente, mal podia o destingir de um bloco de concreto, talvez um pouco mais oco.... te beijar para que? Para quê? Para quê beber mais uma vez de um veneno que hoje estou imune. Para quê me suar da ressaca moral do dia seguinte? Senti vontade de sorrir... as fichinhas caíram uma por uma, simples assim.... me dei conta que acabou, ponto final, the end, game over e ponto para as meninas. Saí do carro, dois beijinhos e boa noite-estrelada na plenitude da lua brilhando na terra do planalto central.
Você... Não tem jeito...
É isso aí... eu não sei parar de te olhar, eu não sei parar de te olhar, eu não me canso de olhar... eu não me canso de lembrar da noite enlouquecedora de prazer que mais uma vez tive com você. Você que tinha ficado no Planalto Central, voltou a buscar as curvas do Corcovado e nem Cristo foi capaz de me fazer resistir.
Você não me mobiliza mais como antigamente... amor, paixão, foram reduzidos a um enorme tesão e química perfeita que existirá sempre em nossa composição orgânica. Sonhos foram reduzidos a desejos, fantasias momentâneas e expectativas foram reduzidas a pura essência da sensação de prazer.
Uma noite como não lembrava mais, como nunca me senti, como nunca fui desejada por você... me senti a dona do pedaço, a rainha da luxúria explorando os limites do meu e do seu corpo até cair de cansaço, até chegar a exaustão de dois corpos com um perfeito encaixe. Viramos um só de uma forma simbiótica, como um quebra-cabeça completo. Por mais louco que você seja e por mais louca que você me deixa, você faz a coisa com graça, zelo, cuidado, carinho e tesão... Me deixa dominar, me trata como rainha, como se não existisse outra mulher no mundo, ou outra mulher que você desejasse mais. Me chamou de amor e paixão e quase por um momento me deixei acreditar ou queria acreditar nisso.... mas, já te conheço tão bem de todos os jeitos, até do avesso, que a realidade hoje fala mais alto que o sonho de ter com você um amor desses de cinema que não vai faltar carinho e muito menos cumplicidade.
A noite de ontem foi literalmente sensacional, estou leve de tanto prazer que senti. Nos seus olhos vi que sou importante para você, mesmo que você insista em me fazer acreditar que não e que diversos detalhes não são e não foram detahes.... já tinha me esquecido de como era bom ser sua, mas também foi ótimo lembrar que não sou mais sua e que não mais és meu, mesmo sem nunca ter sido de fato. É isso aí... são muitas formas de amar. Amanhã? Não sei... também não espero muitas surpresas, mas não será nada mal ser surpreendida com você nos meus braços, dando choque e delirar de prazer, nem que seja só por uma noite...
Quando te conheci, me encantei.... seu jeito tímido no meio da multidão, me fez ver seu brilho especial. Você faz meu estilo, tem o jeito que me faz ficar sem jeito. De início, não percebi que meu interesse era seu interesse.... quando vi, estávamos lá, os dois tímidos e sem jeito... mas, no meio de luzes coloridas, músicas, bebidas, festas e frisson... a multidão sumiu e no cenário, restaram apenas dois personagens principais, eu e você, você e eu. Tivemos um encontro, um encontro de almas, um encontro de diferenças, físicas, regionais, culturais. Mas, os encontros são mágicos, não tem sotaque, porém, tem muita língua. Fomos nos conhecendo aos poucos e aos muitos. Logo, percebi que seu brilho era meu brilhar, seus braços meu agasalho, seu corpo um perfeito encaixe no meu quebra cabeça. A distância sempre nos separou, o trabalho nos aproximou, o destino nos cruzou e o desejo nos encontrou. Seu olhar sempre me hipnotizou, seu querer me apaixonou, você me conquistou e o avião te levou... a Internet nos conectou, os telefonemas nos saciou, os torpedos nos bombardeou e esse mesmo avião te buscou... uma, duas ou mais vezes... e com ele trouxe também a insegurança, o medo, o prazer, o lidar sem saber lidar, o se dar com medo de se machucar. Viver envolve risco, envolve sentimentos e emoções, encontros e desencontros, ganhos e perdas, graça, ou até desgraça... mas, para mim, nunca arrependimento. Arrependimento seria se nada acontecesse, se aquele brilho nunca tivesse sido o meu brilhar. Tive que me perder, perder a cabeça, perder o juízo, perder você, para quem sabe me achar. Falei para você ir, para ficar com a minha insegurança e sozinha. As circunstâncias nunca foram as mais favoráveis, mas os desejos, as vontades e os sonhos infinitos. Mas, só de sonhos e vontades ninguém vive, vive-se de escolhas, encontros, conquistas diárias. Agora, o que me resta é a reconquista, ou apenas as lembras de momentos vividos, de uma história que nem sei se teve início, meio, ou fim....
Mais Você...
Quando pensei que não mais iria a encontro de ansiedade, frio na barriga, nervosismo em te reencontrar, o susto veio até mim. Desconfortável fiquei, mas alegre também. O nervosismo pairou no meio do salão, olhares se cruzaram inibidamente, porém nada misteriosos.... olhares que se conheciam, olhares com cheiro e de forma de lembranças de um passado bem sedutor. Poucas palavras foram trocadas, porém as deixas foram deixadas para deixar sentir a vaidade. Quando não mais pensei que seríamos um casal, lá estávamos nós de novo, mas agora eu em seu cenário... chuvoso, verde e plano... tão plano que me entediei e nem a “saikirinha” de kiwii adoçou a amargura de um coração já muito magoado. No meio de seu papo, sua voz deixou de ser uma música romântica e melosa e passou a ser um longo blá, blá, blá e quando me dei conta, que a frase “me beija por favor” se transformou em “O que estou fazendo aqui?” Me perguntei... Cadê o encanto? Onde estão os sininhos? O cheiro? Aquele arrepio que me consumia? A sua minha necessidade? Você ali na minha frente, mal podia o destingir de um bloco de concreto, talvez um pouco mais oco.... te beijar para que? Para quê? Para quê beber mais uma vez de um veneno que hoje estou imune. Para quê me suar da ressaca moral do dia seguinte? Senti vontade de sorrir... as fichinhas caíram uma por uma, simples assim.... me dei conta que acabou, ponto final, the end, game over e ponto para as meninas. Saí do carro, dois beijinhos e boa noite-estrelada na plenitude da lua brilhando na terra do planalto central.
Você... Não tem jeito...
É isso aí... eu não sei parar de te olhar, eu não sei parar de te olhar, eu não me canso de olhar... eu não me canso de lembrar da noite enlouquecedora de prazer que mais uma vez tive com você. Você que tinha ficado no Planalto Central, voltou a buscar as curvas do Corcovado e nem Cristo foi capaz de me fazer resistir.
Você não me mobiliza mais como antigamente... amor, paixão, foram reduzidos a um enorme tesão e química perfeita que existirá sempre em nossa composição orgânica. Sonhos foram reduzidos a desejos, fantasias momentâneas e expectativas foram reduzidas a pura essência da sensação de prazer.
Uma noite como não lembrava mais, como nunca me senti, como nunca fui desejada por você... me senti a dona do pedaço, a rainha da luxúria explorando os limites do meu e do seu corpo até cair de cansaço, até chegar a exaustão de dois corpos com um perfeito encaixe. Viramos um só de uma forma simbiótica, como um quebra-cabeça completo. Por mais louco que você seja e por mais louca que você me deixa, você faz a coisa com graça, zelo, cuidado, carinho e tesão... Me deixa dominar, me trata como rainha, como se não existisse outra mulher no mundo, ou outra mulher que você desejasse mais. Me chamou de amor e paixão e quase por um momento me deixei acreditar ou queria acreditar nisso.... mas, já te conheço tão bem de todos os jeitos, até do avesso, que a realidade hoje fala mais alto que o sonho de ter com você um amor desses de cinema que não vai faltar carinho e muito menos cumplicidade.
A noite de ontem foi literalmente sensacional, estou leve de tanto prazer que senti. Nos seus olhos vi que sou importante para você, mesmo que você insista em me fazer acreditar que não e que diversos detalhes não são e não foram detahes.... já tinha me esquecido de como era bom ser sua, mas também foi ótimo lembrar que não sou mais sua e que não mais és meu, mesmo sem nunca ter sido de fato. É isso aí... são muitas formas de amar. Amanhã? Não sei... também não espero muitas surpresas, mas não será nada mal ser surpreendida com você nos meus braços, dando choque e delirar de prazer, nem que seja só por uma noite...
PRIMEIRO AMOR

Todo mundo já teve um primeiro amor... o último a gente nunca saberá qual é, mas o primeiro será sempre inesquecível. O primeiro amor é aquele que faz você suar frio, ficar quente, eloqüente, inconseqüente. Ele é sempre jovem, forte e vibrante. Por mais que tudo tenha dado errado e tenha sido mais que desajeitado, o primeiro amor é sempre cor de rosa, traz boas lembranças, promessas, poemas e prosas. Alguns também trazem boas risadas... o meu primeiro amor, tem o som de Kenny G, por isso inevitavelmente quando estou em salas de espera, dentistas e ambientes afins, fico com cara de boba e apaixonada, com aquele sorriso no rosto do privilégio de ter vivido um grande e incondicional primeiro amor e mais nada. O primeiro amor é saudável, é moleque, é pivete, é quando se joga confete, masca chiclete ao som de Ivete. É aquele que você se perde, se acha, transa na sala, no sofá, na cama de solteiro, na escada, no carro, no banheiro e também no chuveiro. O primeiro amor é uma explosão de hormônios, sentimentos inconstantes, intrigantes, interessantes, porque é a descoberta do desconhecido, o desbravamento do território virgem e nunca explorado com tantas sensações de prazeres. O primeiro amor é eterno, é um marco, mas no primeiro momento que achamos que não é, o primeiro amor é a morte, um sofrimento de posse e quase um deboche. O primeiro amor pode ser uma breve, eterna ou única história, pode ser até mesmo a última esperança, no espaço de um hiato, perdido no espaço, que liga a juventude à velhice na luxúria de amar um amor que é só meu, e é só seu... primeiro amor.
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