quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O Caldo do Amor


O que é o amor? Algo que se constrói, conquista, invade, sente, ou tudo isso? Passamos a vida tentando encontrar o amor, como se ele fosse um prêmio, uma dádiva de Deus. Na verdade, acredito que o amor é um prêmio, uma dádiva, mas não de Deus, e sim uma escolha que escolhemos nos dar.

Existem vários tipos de amor e várias formas de amar. A palavra amor, segundo algumas fontes, pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo e libido. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém.

Segundo o apóstolo Paulo, “o amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (I coríntios 13: 4-7).

Linda a definição de Paulo, mas creio que a melhor definição de amor é aquela que sentimos. Será que precisamos viver uma “vida inteira” para encontrar esse “bendito amor”? Ou será que não somos nós que complicamos, rejeitamos, não enxergamos, ou fugimos desse “tal amor”?

Falando especificamente do amor romântico: Por que quando ele aparece ou sua possibilidade, nós praticamente congelamos, analisamos, pensamos, questionamos, fazemos estatísticas, comparações, fórum com as amigas e até promessas - só para ter a certeza de que se algo sair diferente do esperado, poderemos dizer: “Eu já sabia!”? Buscamos o amor ou em ter a razão? Hoje descartamos muito rápido e fácil as possibilidades de amor, de amar de ser amado. O amor está que nem a Lei Seca – Tolerância Zero!

O amor é uma conquista diária. Um conhecimento diário. Mas só querendo muito, que esse conhecimento diário se transforma em uma conquista diária. Um amor não acontece em qualquer esquina, pode até aparecer em alguma esquina, mas não se resolve em qualquer uma delas. Seria diminuir muito um sentimento tão grandioso.

Só podemos comprimir uma história até o ponto de encerrá-la só depois que ela dilata, e por completo. Nesse dilatamento podemos ver, avaliar, sentir, tolerar, questionar, repulsar... e quem sabe escolher, deixar amar ou deixar de amar. O amor pode ser construído sem sentir, sem desgastes. E quando isso acontece não há coisa melhor, são os famosos encontros eternos e “inexplicáveis”. Ou seria totalmente explicável?

Se alguma possibilidade de amor “bater a sua porta”, deixe-a entrar e aplique a simples teoria de uma grande amiga: a teoria do “Pé de Porco” – que após ser “recriminada” com olhares tortos para o cara que estava saindo pela primeira vez para jantar, pois ele havia pedido uma sopa (por conta de uma dieta do sangue que estava fazendo), disse: “Tô nem aí se ele come sopa ou Pé de Porco! O Conheci ontem!”.

Se levamos uma vida inteira para nos descobrir e nos conhecer – isso que convivemos com nós mesmos 24 horas. Será que devemos rotular, descartar, desvalorizar alguém dando menos valor que um prato de sopa, só por achar que não vai render nenhum caldo?

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ESCOLHAS

Nascemos pequenos, nus, sem dinheiro, sem saber por que ou para quê. Somos literalmente jogados na vida sem lenço e documento, com apenas uma certeza; que da mesma maneira louca que viemos ao mundo podemos ir embora, sem data ou hora, nós e todos ao nosso redor, sem privilégio aparente algum.
E o que fazer com esse tempo? Simples... a gente escolhe. 
A gente escolhe amar, a gente escolhe ser feliz, a gente escolhe reclamar, a gente escolhe dizer não, a gente escolhe dizer sim.... a gente escolhe dizer que não teve escolha, a gente escolhe aprender a viver uma vida que a gente não escolheu ter, mas principalmente a gente escolhe mudar os fatos que não nos deram escolha. 
A gente escolhe a cada segundo, desde a hora de levantar da cama e até a hora de dormir, inclusive dormir e quanto dormir... não existe desculpa para as "não" escolhas, porque a não escolha já é uma escolha, até o Ateu escolheu não acreditar em nada e acredita que nada acredita.
A gente escolhe deixar alguém entrar em nossa vida, assim como, a gente escolhe deixar esse alguém ir embora, e quem sabe ficar se lamentando pelo resto da vida pela escolha de não fazer nada além de se lamentar; tudo isso, porque a gente escolhe mostrar a real importância do outro para nós, ou não. 
A gente escolhe brigar, a gente escolhe fazer as pazes, a gente escolhe sorrir, a gente escolhe criticar, a gente escolhe elogiar, fazer diferente, ter resultados diferentes. A gente escolhe o "timing" das coisas, assim como a gente escolhe acreditar que não era o "timing", mesmo sabendo que nunca vai existir o momento certo, ou situação ideal, isso é a utopia, que a gente escolhe e defende veementemente em acreditar.
A gente escolhe se enganar, se enganar, se enganar, e se enganar até acreditar que não se enganou.
Não existe homem perfeito, mulher perfeita, família perfeita, amigos perfeitos, emprego perfeito, cabelo perfeito, corpo perfeito, até porque você também escolhe o que é perfeito e o barato da vida está justamente aí, na imperfeição, nas diferenças, nas escolhas que podemos fazer para mudar a chuva de acontecimentos, fatos e sentimentos que desmoronam em nosso caminho.
Cabe a nós escolher pular, agarrar, jogar, se jogar, conquistar, se dedicar, invadir, repelir, expulsar, exorcizar, viciar, gozar, derramar, reclamar, chorar, sentir, engolir, comer, resistir, fugir, rir, continuar e até cansar.
Cabe qualquer coisa que pareça ser certa para nós e que faça valer o detalhe mais importante de nossa lápide, o hífen entre a data que nascemos e o dia que formos embora!

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012


Quimicamente Perfeito

Você me olhou, congelei.
Você me tocou, arrepiei.
Você me beijou, suspirei.
Você me amou, delirei.
Você sumiu, desesperei.

Diferentemente da matemática, na química, nem sempre 2 + 2 é igual a 4, ou 60 + 9 é 69. Onde o belo, inteligente e pertinente é o que mexe com a gente. Ou a combinação perfeita é uma perfeita combinação.

Como explicar a química entre as pessoas? Aquela sensação de encaixe, conforto, sintonia, capaz de arrepiar só com um olhar? Como explicar o que na maioria das vezes não se tem lá muita explicação?

A química é uma ciência teórica e experimental, que estuda a estrutura, composição e a transformação das diversas matérias existentes e a inúmeras substâncias que as formam.

Matéria chata da escola e muitas vezes fora da sala de aula também - quando a vida cisma em cismar na prática que o funcionamento de uma teoria perfeita não funciona, ou exatamente o contrário.

Quem nunca saiu com o “checklist” perfeito para se ter do lado e nada sentiu, ou com o “nada a ver” e se sentiu completamente confortável, em casa e encaixado?

Que química é essa que nos confunde entre o certo e o errado, entre o desistir e persistir?

Tem uma frase do Jabor que diz: “Se o beijo bate... se joga... se não bate... Mais um Martini, por favor... e vá dar uma volta.”

Não é preciso ser nenhum cientista para saber que quando encontros amorosos ocorrem nossa respiração e pulso se altera, e que uma alta dose de anfetamina é liberada. Em apenas um beijo nosso pulso pode passar de 70 para 140 batimentos cardíacos e 29 músculos entram em ação. Trocamos 0, 7 diagrama de albumina, 0, 8 miligrama de materiais gordurosos, 0, 5 miligramas de sais minerais, 9 miligramas de água, 18 substâncias orgânicas e mais de 250 bactérias e vírus.

É bebê, são mais de 250 bactérias e vírus em apenas um beijo, mas quando há química qualquer antibactericida é deixado de lado. E literalmente “cagamos” para essa informação -  fingimos até não ver uma herpeszinha de nada, não é mesmo?

Mas, será que na química “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura” - é possível? Ou não é possível mudar quimicamente um sentimento por alguém?

Já vi casos, Jabor - de beijos que não bateram, mas que os corpos formaram um perfeito encaixe. De homens admiráveis, interessantes, que não sabem se encaixar e garotinhos sarados aparentemente todos errados, mas que sabem te levar como ninguém; e já vi casos também da química acontecer depois de um completo “IRC” pela pessoa – (falta de química ou novo estado de espírito?).

O fato é que a química entre as pessoas é natural, acontece sem explicação, e é uma delicia – nem vou discutir sobre isso, ou sobre a mágica disso. Por outro lado, o ser humano tem a capacidade de mudar todos os dias e de criar a sua própria composição. 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O que é felicidade?


É ter ou ser? Está dentro ou fora? É algo que se ganha, ou se conquista? É um estado ou são momentos? Esta no ontem, no hoje ou no amanhã?

O que é felicidade? 

É uma busca ou um achado? Corre-se atrás dela, ou ela esta atrás do que a gente corre atrás? É um conjunto de coisas, ou é simplesmente algo? 

O que é felicidade? 

Sorrimos, porque a temos, ou porque sorrimos a temos? Esta no que se sente ou no que nos faz sentir? Esta nas pessoas ou em nós? 

O que é felicidade? 

É um sentimento ou uma escolha? Uma emoção ou um prazer? É tangível, ou intangível? É alcançável ou inalcançável? É algo para você ou só para os outros?  

O que é felicidade? 

Algo que esta aqui, ou ali? Que se quer, ou que se pode? É durável ou passa rápido? É paz ou euforia? É simples ou complicada? Ou melhor, está no simples ou no complicado?

Dizem que a felicidade é um estado durável de plenitude, satisfação e equilíbrio; emoções ou sentimentos que afastam a inquietação e as coisas ruins. Pode também, ser explicada através da filosofia, religião ou psicologia.

Já eu diria que a felicidade pode ser explicada através do coração, através de tudo que o faz sorrir. A felicidade esta no que nos toca emocionalmente para o bem, para o bem estar. Ao ponto de querermos parar o tempo só para não perder aquela sensação de prazer. Está naqueles momentos que nos fazem lembrar que estamos vivos, que nos tiram o fôlego e que simplesmente nos marcam.

Pode ser uma linha de inúmeros momentos felizes. Surpreender e ao mesmo tempo ser uma escolha. Estar nas pessoas e ao mesmo tempo em nós. E pode ser também uma combinação de coisas, numa coisa só.
Ela pode te deixar feliz pelo que és ou pelo que se tem, até porque muito do que se tem é extensão do que se é.

É algo, muitas vezes, complexamente simples e tangível, ou pode estar distante e abstrato, pelo simples fato de não saber ainda o que se quer.

Pode ser algo que se acha de tanto procurar, ou que se descobre. Uma busca, ou que simplesmente acontece - sem muita explicação.

A felicidade esta para o bem, mas precisa do mal para existir. E é difícil de explicar, por ser um sentimento, e sentimento, se sente - muitas vezes não se explica, por isso, ela é tão subjetiva e singular.

Podemos viajar o mundo, conversar com inúmeras pessoas, que para cada um a felicidade terá um significado, independente de classe, cor, idade, língua, crença ou religião. É um sentido individual, que é só meu e só seu. E que felizmente não se consegue esconder, pois fica estampado no rosto, transborda, contagia ou incomoda por onde quer que passe. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Feliz 2012...


Acordei, minha cabeça doía. Ainda podia ouvir o som do frisson da noite passada. Levantei e vi a roupa branca no chão, as bebidas espalhadas. Me olhei no espelho e nada havia mudado.
Andei pela casa até chegar à cozinha, e até então, nada havia mudado desde ontem à noite. Peguei o novo calendário e preguei na geladeira. Joguei fora o velho e - transformar o amanhã em hoje, jogando fora o ontem - continuou sem mudar nada.
Abri a janela, o sol brilhava, e vi a mesma paisagem. Fui te procurar no quarto esquerdo. Abri a porta e estava vazio.
Voltei para a sala e ali também, nada havia mudado. Decidi ir ao quarto da bagunça, e lá, achei uma caixa. Nela havia várias fotos, minhas, de momentos, de viagens, de amores, de amigos, filhos, de diferentes paisagens. Juntei todas, me olhei no espelho de novo e percebi que tudo havia mudado – só não sabia quando.
Voltei para a geladeira e revi as resoluções do outro ano e me pareciam as mesmas desse, do outro, do outro, do outro... Nada havia mudado: amor, dinheiro, saúde, paz, emagrecer, fazer cursos, exercícios, gastar menos, poupar mais....  sempre as mesmas coisas, ontem, hoje, amanhã.
Olhei de novo na janela e vi a mesma paisagem, a estrada de sempre. Todos os dias o sol nascia e tinha essa mesma estrada ali na minha frente. Mas, hoje algo havia mudado. Havia uma placa, mas não conseguia ler o que estava escrito. A alta luminosidade, os muitos carros passando me atrapalhavam a visão e me confundiam.
Fui ao quarto da bagunça novamente, mas dessa vez para pegar um binóculo, e voltei à janela.  Tirei o binóculo dos olhos assustada ao ler que a placa dizia: “Caminho dos Sonhos”.
Feliz 2012!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

“Acabou ou ou, acabou...” e espero que 2011 tenha levantado “poeira, poeiraaa”, mas se não foi nada “fácil, extremamente fácil”, você trabalhou que nem um “Lerê, lerê, lerê, lerê, lerê” e mesmo assim continuou “pobre, pobre, pobre, pobre de marre” e aquele “amor delicado” ficou naquela dizendo “que não sabe se não, mas também não tem certeza que sim” e no final das contas você descobriu que ele ou ela “nunca te amou idiota” e você “chorou, chorou, chorou” e acabou chamando o “Garçom, aqui nessa mesa de bar”para afogar as mágoas.... calma! “Cantando você manda a tristeza embora”, reveillon está aí “e vai rolar a festa, vai rolar”... pegue uma figa, coloque Buda no seu coração, abrace Poliana e seus amigos - pois “amigo é coisa pra se guardar debaixo de 7 chaves” - se encha de esperança por que “viver é não ter a vergonha de ser feliz”, “toda pedra no caminho você pode retirar” e “para todo mal há cura!”. Peça a “Deus um pouco de malandragem”, “dias melhores pra sempre” e “pinga nimim”. Mas, se você quer um “amor maior que o seu”, pois “já teve mulheres de todas as cores” ou um “negão de tirar o chapéu”, lembre-se que “saber amar é deixar alguém te amar”.... “Adeus ano velho, feliz ano novo e que tudo se realize no ano que vai nascer” , “deixe a vida te levar” nem que seja “só por uma noite” e que seja “Oh happy Day” ou Happy New Year!!!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Avalanche Feminina

Confesso que resisti escrever sobre este assunto mesmo sendo solicitada em pauta pelas as amigas. Enquanto os amigos gerenciam a overdose feminina, agendas, ligações, nomes e conta bancária. As amigas gerenciam os bolos, os sumiços, as trocas, as incoerências, o chocolate, a terapia, a noitada e o cartão de crédito. Enquanto eles se escondem, desmarcam ou saem do facebook; elas postam fotos lindas sorrindo, se marcam em festas badaladas de uma vida independente e frases de felicidade. Elas reclamam da falta deles e muitas vezes os nivelam por cima, e eles reclamam da qualidade delas e na maioria as nivelam por baixo. Enquanto eles as encaram como oportunidade, elas os encaram como possibilidade. E assim seguimos nesse balanço, nada inversamente proporcional. 
Será que temos uma avalanche feminina, devido ao crescente e cada vez mais jovem mercado homossexual masculino, ou será que temos mulheres independentes cada vez mais exigentes e homens cada vez menos interessantes e super valorizados? 
Do lado de cá, posso falar que nitidamente vejo uma avalanche feminina, mulheres independentes cada vez mais exigentes, muito homossexual e homens desinteressantes. Onde os homens interessantes foram parar? Uhmmm. Os interessantes já se casaram com outras mulheres interessantes, ou não, e estão lá no Parque da Mônica. Os que ainda não se casaram, e tem um pouco de bom senso, gerenciam um caderninho repleto de opções onde uma delas pode ser você e outros se acham tão interessantes que é melhor nem competir com eles mesmos. Aí aquele gordo, careca, que ainda esta pensando se faz um curso de inglês, concurso, se sai da casa da mãe, ou aprende a fritar um ovo, te chama para sair e ainda pede para você busca-lo em casa, pois esta sem carro e para pagar a conta, afinal você ganha muito mais que ele. Motel? Para quê? Moramos todas sozinhas!  
Há estatísticas que comprovam que a impressão das mulheres sobre a falta de homens é equivocada. De acordo com o psicólogo Ailton Amélio da Silva, do Centro de Estudos sobre Sexualidade da Universidade de São Paulo, sobram homens na praça – e as mulheres que estão exigentes demais. Sua tese é corroborada por dados coletados em levantamentos oficiais do país. Apesar de os números absolutos indicarem a existência de um superávit de 3,5% de mulheres no país, há quase 330 000 homens disponíveis no mercado amoroso brasileiro. A pesquisa, coordenada por Silva, é curiosíssima, pois cruzando dados do censo com os da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados de São Paulo (Seade), o psicólogo descobriu a diferença. "Tirando o número de viúvos e viúvas do total de homens e mulheres, chegamos à conclusão de que existiam mais homens disponíveis que mulheres", explica. O que acontece é que os homens se casam em geral aos 27 anos. E preferem como parceiras mulheres na faixa dos 24. Resultado: sobram mulheres na casa dos 30 anos. 
Péssima notícia para nós - as balzaquianas, não é mesmo? Porém, fundamenta a explicação em relação à qualidade restante apresentada acima. 
De qualquer forma, uma coisa é fato. No jogo do amor, por mais que você ache que o seu é “resta um” ou “sobraram todas”, não existem regras e quando bate, bate – não tem jeito. Você pode estar sem maquiagem, bêbada, com feijão no dente, ter dado de primeira ou vomitado no banheiro; que quando é para ser é atemporal, sem grandes explicações. E no mundo moderno, tanto ele ou ela, pode-se viver grandes amores numa vida só em várias épocas ou décadas.  
Por isso relaxe! Saia do sofá, nada de se lamentar e reclamar que falta isso ou aquilo, pois o que não pode faltar, é auto-estima para ele ou para ela, pois uma hora vai! Sejamos apenas coerentes com o que queremos; nem que seja por uma noite. Afinal, muitos primeiros encontros hoje já são encontros de despedida. 
Mas, minha amiga se você esta na faixa dos 25 aos 35 anos sem muitas perspectivas concretas, vai aqui uma dica: foque em ser da casta “Sarahs”, uma sigla conhecidíssima na Europa que significa "Solteira, Rica e Feliz" - mulheres bem-sucedidas, que viajam bastante, saem para jantar em bons restaurantes, compram roupas de grife e se divertem com a turma de amigas. E só se valer muito a pena, muito mesmo, se envolvem com alguém. Nada mal né? Ou você prefere ficar com aquele careca gordo no sofá de chinelo Rider?